sexta-feira, 27 de março de 2009

estamos a quantos?



Nunca sei bem que dia é do mês e às vezes até dos dias da semana desconfio. Oriento-me pelos horários das escolas e dos treinos e sábados e domingos é consoante os escalões a jogar e as idas aos escuteiros. Nem tão pouco às datas festivas o meu calendário se verga. Vai lembrando que o Carnaval é à terça - acho ainda é -, a Páscoa ao domingo e lá para Junho os feriados se encarrapitam uns nos outros que dá até para fingir umas férias.

Depois ainda há o dia do pai, da mãe, da criança, da mulher, dos avós e se calhar já inventaram do homem, do padastro, da madastra e do resto dos parentescos e características mais óbvias, tipo dia dos coxos de meia idade ou das balzaquianas grisalhas.

Mas hoje decidi festejar o dia. Vou vestir aquele fato de subir na vida que a D. Alice costurou com o pano di terra que o Xando me trouxe da Ilha de Santiago, calçaria até uns sapatos de salto daqueles em que até a minha perna roliça pareceria torneada, se de tal fosse capaz e estarei presente na cerimónia oficial do dia da mulher cabo-verdiana, organizada pela Embaixada de Cabo Verde em Lisboa e presidida pelo primeiro-Ministro Dr José Maria das Neves, com o objectivo de homenagear as mulheres duma terra que também sinto minha.

2 comentários:

Emigrante disse...

Venho de vez em quando visitar-te.
E é sempre uma supresa.
O teu perfil tão difuso nada revela do que transmites nos teus postes.
Decididamente vou adicionar-te à minha lista.
Obrigado pelos..pelas... teus ...tuas... sentires...palavras?

T.A

Emigrante disse...

P.S
Sou eu novamente para dizer que o que me deu coragem foi mesmo a música.
SODADE e Cesária Évora sempre.
Boa noite
T.A

 
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